domingo, 1 de novembro de 2009

Bienal do Livro ES

Galera começa na próxima semana a bienal do livro no ES. Quem for primeiro posta alguma coisa para os demais dicas, melhores locais curiosidades e tudo mais de interessante estamos esperado!

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Eleição na Uniub

Gostaríamos de eleger os representantes da turma, estamos fazendo uma pesquisa na comunidade quando você tiver um tempinho passa na e de seu voto e sua opinião, ok muito obrigado

Quem disse que a escravidão acabou?

Escravidão infantil

O 'cacau' da Nestlé na África

Blog Kurioso

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Na Costa do Marfim, milhares de crianças são escravizadas nas plantações de cacau. Os cultivos, de difícil acesso, estão fora do controle e do censo internacional. Os produtores tentam compensar o baixo preço acordado com seus intermediários, diretamente vinculados às multinacionais. O valor que os camponeses recebem pelo cacau não se modificou em 40 anos, enquanto no mercado internacional subiu até 300% em 10 anos [fonte: “Bitter Sweet”, documentário da BBC]. A escravidão e métodos antigos de produção se chocam com as leis e necessidades imperiosas do mercado europeu e americano. O subterfúgio da Nestlé para escapar à investigação da origem de seus produtos tem sido comprar chocolate nos mercados internacionais onde se misturam com outras variedades, perdendo assim sua identidade como produto “feito por escravos”. Em setembro de 2001, as principais multinacionais assinaram um acordo internacional, o ”Protocolo do Cacau”, onde se comprometiam a respeitar o “Fair Trade” ou “Comércio Justo”. Este acordo lhes trouxe grandes benefícios, subvenções e lavagem de imagem, mas os prazos não foram cumpridos. A Nestlé se justificou com a infâmia de que era impossível monitorar a produção de cacau em plena guerra civil na Costa do Marfim, isso enquanto continuava faturando no local com sua complexa rede de mercadores. Leia mais

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As crianças do cacau | José M. G. González

Política fundiária

Novo colonialismo: Investidores estrangeiros tomam conta das terras agrícolas africanas

Horand Knaup e Juliane von Mittelstaedt

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Governos e fundos de investimentos estão comprando terras agrícolas para cultivar na África e na Ásia. O negócio é lucrativo, levando em conta o crescimento da população global e o aumento rápido dos preços dos alimentos. As terras agrícolas estão desaparecendo como resultado das mudanças climáticas, empobrecimento do solo, urbanização e escassez de água, porém aumenta a procura por carnes e biocombustível. A combinação de mais pessoas e menos terra transforma os alimentos num investimento seguro, com retornos anuais de 20% a 30%, raros no atual cenário econômico. As reservas mundiais de grãos caíram para uma baixa histórica no começo de 2008. A falta de pão provocou motins em todo o mundo e 25 países, incluindo alguns dos maiores exportadores de grãos, impuseram restrições à exportação de alimentos. Como mais de 50% dos africanos são pequenos produtores, a aquisição em larga escala de terras pode ser desastrosa para a população. O fato de que grandes investidores possam melhorar as safras com sua tecnologia agrícola moderna não significa nada para os africanos que, depois de perderem suas terras e meios de sobrevivência, não conseguem comprar os novos produtos agrícolas. Leia mais

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O direito à terra em Angola | José do Patrocinio

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domingo, 4 de outubro de 2009

Com o Enem remarcado para novembro, Sedu pede que alunos tenham tranqüilidade

Em conseqüência do vazamento da prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que seria realizada neste sábado (03) e domingo (04), o Ministério da Educação (MEC) resolveu adiar o exame. Agora, a expectativa do órgão é que as provas aconteçam daqui a 45 dias. A Secretaria de Estado da Educação (Sedu) está acompanhando o desenrolar dos fatos com a maior atenção. O secretário de Educação, Haroldo Corrêa Rocha, está em Santa Catarina, participando do encontro do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed) e orientou as escolas da rede pública estadual de ensino para que mantenham os alunos tranquilos.

O secretário sugere que os estudantes utilizem este tempo para revisar com tranquilidade as matérias da prova, além de manter a concentração. “A Sedu orienta ainda a equipe pedagógica de cada escola para que reveja o Calendário Escolar daqui para o final de ano, a fim de que seja feito um reforço de conteúdo das disciplinas”, explica.

Como avalia o secretário, a Sedu está plenamente de acordo que o adiamento das provas do Enem é um fato indesejável, mas que pode se transformar em uma oportunidade para que o aluno estude ainda mais. “A Sedu reconhece que uma situação como esta traz desconforto e desconfiança. Entretanto, embora lamente o ocorrido, a Secretaria mantém a sua confiança no MEC para que os fatos sejam apurados com total lisura”, frisou Haroldo Corrêa.

O que seria mais importante neste momento? Na avaliação do secretário, os estudantes devem ter, principalmente, tranquilidade e sempre manter como base, para qualquer ação, as fontes oficiais, sejam do MEC ou da Sedu.

Segundo informações do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), os estudantes inscritos serão comunicados pelos Correios, por intermédio de telefone e por meio eletrônico-digital sobre a confirmação da nova data e dos locais das provas.

Para o Inep, os locais das provas devem permanecer os mesmos. Portanto, o mais importante é que as inscrições estão mantidas. Independente disso, a Sedu também repassará informações sobre o assunto, tão logo tenha esta definição oficializada.

O MEC coloca à disposição dos candidatos o e-mail faleconosco@inep.gov.br e o telefone 0800-616161 para esclarecer dúvidas.

sábado, 19 de setembro de 2009

19 de setembro é o Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias.

O Prof. Jarmuth, da SOS Rios do Brasil, nos lembra que amanhã, 19 de setembro é o Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias.

O evento, que ocorre sempre no terceiro sábado de setembro, é coordenado mundialmente pelo Center for Marine Conservation (CMC), com sede em Washington, nos EUA. Cerca de cem países, signatários do Tratado Internacional de Controle da Poluição Marinha fazem parte desse acordo, incluindo o Brasil.

Vamos lá? Que tal quem estiver por perto de praias e rios neste sábado dedicar um tempinho para recolher sujeiras deixadas por ali?

Quando um local está limpo, é mais fácil de ficar assim!

Confira o chamado do professor visitando a sua página, a partir do link para todos os blogs na home.

Visite Banco do Planeta em: http://www.bancodoplaneta.com.br/

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

China e EUA juntam forças por novas tecnologias

China e EUA são duas das maiores economias do mundo. Também são os maiores importadores de petróleo, consumidores de carvão e emissores de gases de efeito estufa. E justamente por todos esses fatores, a presidente da Câmara Americana de Comércio (AmCham) de Xangai, Brenda Foster, acredita que os dois países também tenham potencial para se tornarem líderes no desenvolvimento e implantação de tecnologias verdes.

Certo é que as duas nações já vêm mostrando há algum tempo sinais de que podem trabalhar juntas em busca de soluções comuns. Um novo passo nessa direção foi dado nesta semana, nos dias 7 e 8 de setembro, em Xangai, durante a conferência “Greentech: um chamado à ação”.

O evento foi baseado em programas colaborativos entre China e EUA e contou com a participação de investidores globais, políticos e ONGs com objetivo de traçar um plano estratégico para tornar realidade todas as articulações que estão sendo feitas até agora. Uma das principais metas é superar pontos que estão entravando os países de trabalharem em parceria.

“Assim como em diversas outras áreas, a parceria entre China e os EUA será crucial para combater os problemas de sustentabilidade e mudança climática”, diz Bruce Pickering, diretor executivo da Asia Society Northern California. “Se conseguirmos alcançar isso de forma positiva e construtiva, poderemos começar a resolver um dos problemas mais críticos do século 21″, completa.

Em carta oficial, o embaixador norte-americano na China, Jon M. Huntsman Jr., disse que a conferência é um exemplo de como outras nações podem trabalhar juntas para enfrentar os desafios das mudanças climáticas. “O evento oferece uma plataforma para que políticos, empresas líderes em tecnologia, investidores e ONGs possam avançar no desenvolvimento de um mercado de tecnologia verde”, afirma. Para ele, essa é a promessa de crescimento econômico sustentável e de melhora da segurança energética no mundo todo.

No total, foram examinadas 123 propostas, que levam em conta o impacto ambiental e o potencial de oportunidades de negócios. A maior parte delas gira em torno de energia solar, carros elétricos, carvão e biocombustíveis.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Cerrado será monitorado por satélites‏

O Ministério do Meio Ambiente promete iniciar o monitoramento por satélite do Cerrado,
como já acontece para a floresta amazônica desde 1988.
Esta medida alinha-se com o programa Cerrado Sustentável,
estruturado em 2004 pela equipe de Marina Silva.
As imagens aéreas, a cargo do Centro de Sensoriamento Remoto do Ibama,
apoiarão a fiscalização das áreas de conservação que somam 11% deste ambiente natural.
O Cerrado se destaca por muitas espécies de plantas e animais que só existem ali
e reúne mais de 12 mil tipos de flores, muitas delas com propriedades medicinais entre
outras ainda não estudadas. Ele vem sendo dizimado para cultivo de soja e criação de gado.
O mapeamento mais recente feito pelo ministério indica que quase 50% dele já desapareceu.
Você apóia esta medida? O que é mais importante para você?
Termos mais soja e bois para alimentação humana ou protegermos um bioma único em todo o mundo?
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