quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Eleição na Uniub

Gostaríamos de eleger os representantes da turma, estamos fazendo uma pesquisa na comunidade quando você tiver um tempinho passa na e de seu voto e sua opinião, ok muito obrigado

Quem disse que a escravidão acabou?

Escravidão infantil

O 'cacau' da Nestlé na África

Blog Kurioso

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Na Costa do Marfim, milhares de crianças são escravizadas nas plantações de cacau. Os cultivos, de difícil acesso, estão fora do controle e do censo internacional. Os produtores tentam compensar o baixo preço acordado com seus intermediários, diretamente vinculados às multinacionais. O valor que os camponeses recebem pelo cacau não se modificou em 40 anos, enquanto no mercado internacional subiu até 300% em 10 anos [fonte: “Bitter Sweet”, documentário da BBC]. A escravidão e métodos antigos de produção se chocam com as leis e necessidades imperiosas do mercado europeu e americano. O subterfúgio da Nestlé para escapar à investigação da origem de seus produtos tem sido comprar chocolate nos mercados internacionais onde se misturam com outras variedades, perdendo assim sua identidade como produto “feito por escravos”. Em setembro de 2001, as principais multinacionais assinaram um acordo internacional, o ”Protocolo do Cacau”, onde se comprometiam a respeitar o “Fair Trade” ou “Comércio Justo”. Este acordo lhes trouxe grandes benefícios, subvenções e lavagem de imagem, mas os prazos não foram cumpridos. A Nestlé se justificou com a infâmia de que era impossível monitorar a produção de cacau em plena guerra civil na Costa do Marfim, isso enquanto continuava faturando no local com sua complexa rede de mercadores. Leia mais

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As crianças do cacau | José M. G. González

Política fundiária

Novo colonialismo: Investidores estrangeiros tomam conta das terras agrícolas africanas

Horand Knaup e Juliane von Mittelstaedt

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Governos e fundos de investimentos estão comprando terras agrícolas para cultivar na África e na Ásia. O negócio é lucrativo, levando em conta o crescimento da população global e o aumento rápido dos preços dos alimentos. As terras agrícolas estão desaparecendo como resultado das mudanças climáticas, empobrecimento do solo, urbanização e escassez de água, porém aumenta a procura por carnes e biocombustível. A combinação de mais pessoas e menos terra transforma os alimentos num investimento seguro, com retornos anuais de 20% a 30%, raros no atual cenário econômico. As reservas mundiais de grãos caíram para uma baixa histórica no começo de 2008. A falta de pão provocou motins em todo o mundo e 25 países, incluindo alguns dos maiores exportadores de grãos, impuseram restrições à exportação de alimentos. Como mais de 50% dos africanos são pequenos produtores, a aquisição em larga escala de terras pode ser desastrosa para a população. O fato de que grandes investidores possam melhorar as safras com sua tecnologia agrícola moderna não significa nada para os africanos que, depois de perderem suas terras e meios de sobrevivência, não conseguem comprar os novos produtos agrícolas. Leia mais

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O direito à terra em Angola | José do Patrocinio

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