sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Primeira Prova do Semestre

A parti da 8:00 horas do dia 13/12/2009 estaremos fazendo a primeira prova do quarto semestre, niguem pode perde, estaremos resolvendo algumas coisas de muita importância para o bom andamento da parte final do nosso curso, para ressaltar e importante começar-mos a chegar no horário estipulado pois isso demonstra o grau de compromisso que temos com nossa graduação e posteriormente com nosso profissão escolhida.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Caso tenha problemas na leitura, acesse aqui.

Política exterior

Israel na África: em busca de um paraíso perdido

René Naba

Israel lançou uma ofensiva diplomática com o objetivo de restaurar a idade de ouro da cooperação com a África, quando gozava de prestígio entre os dirigentes do continente africano. A união entre sionismo e pan-africanismo, respostas à perseguição dos judeus e ao tráfico de escravos, foi aventada há tempos pelos pais fundadores do sionismo. Judeus e negros norte-americanos, durante anos, formaram parte das confederações sindicais dos EUA, as quais constituiram a estrutura do Partido Democrata. O lema “Back to Africa”, lançado por Marcus Garvey em 1920, foi percebido como o equivalente africano ao lema sionista “regresso a Sion”. Porém, já durante o período da descolonização, Israel alinhava-se ao la do ocidental, chegando a planejar com a França e o Reino Unido uma “expedição punitiva” contra o Egito, dirigida a romper a retaguarda de apoio à revolução argelina. Na década de 60, a CIA liberou quase 80 milhões de dólares a Israel para financiar movimentos contra-revolucionários e prevenir infiltrações contra o apartheid sul-africano. Finalmente, a chegada da China, sem dívidas do colonialismo, veio dificultar ainda mais a progressão dos negócios israelenses no continente africano. (Foto: A. Lieberman, Ministro de Relações Exteriores de Israel em Nairobi, Quênia, ouve grupo de fazendeiros locais, set. 2009) Leia mais

Artigos relacionados

África: os movimentos migratórios em direção a Israel | Alberto Grossetti

Guiné Conakry

Os massacres se sucedem, a impunidade continua

Survie

Mais de 150 mortos e 1.000 feridos: é o terrível balanço da sangrenta repressão pelo exército da manifestação pacífica organizada em Conakry por movimentos da sociedade civil da Guiné para lembrar o compromisso do capitão golpista Moussa Dadis Camara de não se apresentar às eleições presidenciais de janeiro de 2010. Essas vítimas se somam às de 2006 e 2007. Enquanto isso, a França apoia o regime com cooperação militar, econômica e venda de armas. A partir da chegada ao poder de Nicolas Sarkozy, a política da “françáfrica libertada”, baseada na defesa incondicional das posições econômicas conquistadas (Gabão, Congo, Chade) ou a conquistar, situou a Guiné entre os terri tórios de exploração para as empresas francesas. As falsas pressões que a França exerceu sobre a junta militar da Guiné foram desacreditadas quando Alain Joyandet viajara ao país para tentar convencer Dadis Camara a não se apresentar às presidenciais somente uns dias após ter parabenizado Abdel Aziz, general que realizou a mesma manobra na Mauritânia. É preciso que os parlamentares franceses reclamem clareza na estratégia da diplomacia e que cesse a venda de armas ao regime de Camara. (Foto: líder guineano capitão Moussa Dadis Camara) Leia mais

Zimbábue

A volta da economia de troca

Stanley Kwenda

Os 2.000 habitantes da aldeia rural de Chitsa, no Zimbábue, têm dificuldades para fazer compras e contratar serviços. Demora a adoção do sistema de múltiplas divisas criado pelo governo devido à queda catastrófica do dólar zimbabuense. O uso de múltiplas moedas é cada vez mais comum em cidades e povoados, mas em áreas rurais é muito complicado. Em Chitsa, por exemplo, tornou-se comum pagar em espécie por bens e serviços. No Centro Comercial de Mutema, os donos dos postos de venda aceitam este tipo de pagamento, só aceitam dinheiro se não for necessário dar troco ao cliente. O uso de divisas como o rand sul-africano, a pula de Botswana, o dólar norte-americano ou a libra britânica prejudica quem reside longe das fronteiras e não têm acesso a elas. Alguns precisam entregar uma caixa de 20 litros cheia de tomates em troca de uma viagem a um povoado próximo. Nesses casos, a troca não é equitativa, pois o valor habitual de uma caixa é cinco vezes maior que o da viagem. A Oxfam Internacional no Zimbábue advertiu este ano à imprensa que permutar alimentos por serviços aumenta o risco da escassez alimentária. (Foto: mulheres fazem permutas em mercado local, Zimbábue) Leia mais

Artigos em português e espanhol

Seleção de notícias e artigos de análise da atualidade política, econômica, social e cultural do continente africano.

Últimas notícias

As expressões mutáveis do racismo no continente africano |Mari D. Cortes

África exige 'indenizações climáticas' | BBCParaAfrica

Água: Fundamental para combater a pobreza | Nasseem Ackbarally

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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Um novo olhar para a História e Geografia do Espírito Santo

Data de publicação: 19/10/2009

De forma pedagógica e lúdica, os professores Maria Isabel Rodrigues, Inácio Allochio e Flávio Marcelo Pereira, escreveram Histórias, descobrimentos e aventuras - história e geografia do Espírito Santo.
Diferente de outros títulos, neste novo lançamento "a história e a geografia do Espírito Santo estão diluidas no texto, ou seja, não estão separadas e caminham juntas. A contextualização da história do Espírito Santo, que se insere autonomamente na história do Brasil e na história mundial é outro diferencial. E, ainda, a forma como o livro conta a saga do povo capixaba: de maneira lúdica, com personagens fictícios que vivenciaram os processos históricos fundamentais para a formação cultural, econômica e política do nosso estado" revela o professor Flávio Pereira.
O livro é uma publicação da Editora Camargo, com distribuição exclusiva da Máxima. A venda nas melhores livrarias ou (27) 31836500 ou http://www.maxima.art.br/loja/

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domingo, 1 de novembro de 2009

Bienal do Livro ES

Galera começa na próxima semana a bienal do livro no ES. Quem for primeiro posta alguma coisa para os demais dicas, melhores locais curiosidades e tudo mais de interessante estamos esperado!

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Eleição na Uniub

Gostaríamos de eleger os representantes da turma, estamos fazendo uma pesquisa na comunidade quando você tiver um tempinho passa na e de seu voto e sua opinião, ok muito obrigado

Quem disse que a escravidão acabou?

Escravidão infantil

O 'cacau' da Nestlé na África

Blog Kurioso

http://www.casadasafricas.org.br/site/img/upload/472073.gif

Na Costa do Marfim, milhares de crianças são escravizadas nas plantações de cacau. Os cultivos, de difícil acesso, estão fora do controle e do censo internacional. Os produtores tentam compensar o baixo preço acordado com seus intermediários, diretamente vinculados às multinacionais. O valor que os camponeses recebem pelo cacau não se modificou em 40 anos, enquanto no mercado internacional subiu até 300% em 10 anos [fonte: “Bitter Sweet”, documentário da BBC]. A escravidão e métodos antigos de produção se chocam com as leis e necessidades imperiosas do mercado europeu e americano. O subterfúgio da Nestlé para escapar à investigação da origem de seus produtos tem sido comprar chocolate nos mercados internacionais onde se misturam com outras variedades, perdendo assim sua identidade como produto “feito por escravos”. Em setembro de 2001, as principais multinacionais assinaram um acordo internacional, o ”Protocolo do Cacau”, onde se comprometiam a respeitar o “Fair Trade” ou “Comércio Justo”. Este acordo lhes trouxe grandes benefícios, subvenções e lavagem de imagem, mas os prazos não foram cumpridos. A Nestlé se justificou com a infâmia de que era impossível monitorar a produção de cacau em plena guerra civil na Costa do Marfim, isso enquanto continuava faturando no local com sua complexa rede de mercadores. Leia mais

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As crianças do cacau | José M. G. González

Política fundiária

Novo colonialismo: Investidores estrangeiros tomam conta das terras agrícolas africanas

Horand Knaup e Juliane von Mittelstaedt

http://www.casadasafricas.org.br/site/img/upload/257440.gif

Governos e fundos de investimentos estão comprando terras agrícolas para cultivar na África e na Ásia. O negócio é lucrativo, levando em conta o crescimento da população global e o aumento rápido dos preços dos alimentos. As terras agrícolas estão desaparecendo como resultado das mudanças climáticas, empobrecimento do solo, urbanização e escassez de água, porém aumenta a procura por carnes e biocombustível. A combinação de mais pessoas e menos terra transforma os alimentos num investimento seguro, com retornos anuais de 20% a 30%, raros no atual cenário econômico. As reservas mundiais de grãos caíram para uma baixa histórica no começo de 2008. A falta de pão provocou motins em todo o mundo e 25 países, incluindo alguns dos maiores exportadores de grãos, impuseram restrições à exportação de alimentos. Como mais de 50% dos africanos são pequenos produtores, a aquisição em larga escala de terras pode ser desastrosa para a população. O fato de que grandes investidores possam melhorar as safras com sua tecnologia agrícola moderna não significa nada para os africanos que, depois de perderem suas terras e meios de sobrevivência, não conseguem comprar os novos produtos agrícolas. Leia mais

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O direito à terra em Angola | José do Patrocinio

http://www.casadasafricas.org.br/