quarta-feira, 20 de abril de 2011


Jovens do Espírito Santo se mobilizam contra violência
 
Camila Maciel
Adital
 
A cidade de Cariacica, no Espírito Santo (ES), possui uma média de 7,3 adolescentes mortos por homicídio antes de completar os 19 anos, para cada grupo de 1.000 adolescentes de 12 anos, segundo o Índice de Homicídios na Adolescência, de 2009. Outras três cidades capixabas figuram na mesma lista, que enumera a estatística perversa das 20 cidades com maior número de homicídios contra adolescentes. Tal realidade é o que o movimento de juventude vem chamando de "extermínio da juventude”.
"Basta olhar o noticiários todos os dias e você vai ver que uma média de 5 a 6 jovens sendo mortos todos os dias”, é o que relata Luiz Inácio, representante do Fórum de Juventude Negra do ES (Fejunes) e que foi eleito como presidente, esta semana, do Conselho Gestor do Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte. Segundo Inácio, "além da realidade cruel das mortes, há um verdadeiro abandono por parte das autoridades, já que a melhor forma de combater a violência é oferecendo políticas públicas para os jovens”.
No Espírito Santo, de acordo com Luiz Inácio, a lei que institui a Política Estadual de Juventude foi aprovada, mas ainda não foi regulamentada para ser implementada. "Para reverter essa realidade, precisamos garantir direitos e não é isso que vem acontecendo”, avalia.
Inácio revela ainda que 85% dos jovens mortos no Espírito Santo são negros, segundo pesquisa feita pela Fejunes em 2010, com dados da Secretaria de Segurança Pública do Estado. O jovem ressalta, portanto, que as políticas pensadas para este público devem levar em conta esse recorte racial que, "infelizmente”, reforça a existência de um grupo prioritário.
Durante a próxima semana, a Campanha Estadual contra violência de jovens realizará uma Caravana na região de São Pedro, na capital Vitória. Caminhadas, seminários, oficinas terão como objetivo mobilizar os jovens da área para o combate à violência.

terça-feira, 19 de abril de 2011

http://wwwjuad.blogspot.com/


1º Festival de Louvor
Em busca de Adoradores 
Jo.4:23
03 de Julho de 2011. 
programação com inicio as 14:00 horas
Concurso de musica gospel com as seguintes premiações:

1º lugar >  Micro System com CD ou MP10*

2º Lugar > Um Violão Acústico*

3º Lugar > MP4 2GB*        *sujeito a alterações

Que serão julgados por um corpo de jurados composto por músicos profissionais.

Festival de sorvete

 Organização                       Participação especial
                 
                   JuaD        Nação e vida

Juventude da Assembléia de Deus Jardim C. Grande Madureira. Cariacica, ES.
Coordenação.Prof. Vitor M. Graciliano vitormartins_g@hotmail.com Tel.9905 0736
Faca sua inscrição 
OnLine 


ou 3347 2678  3316 3373

Colaboradores
Transdoc         Irmãos Bike

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Estamos perdendo o trem da história | AFRICAS.com.br

Seria o caso de perda do mandato por quebra do decoro parlamentar, processo e condenação com base na legislação antirracista por apologia a crime considerado inafiançável e imprescritível pela Constituição. O deputado Bolsonaro, porta-voz da extrema direita militar, reincidente na defesa da homofobia e da tortura, porém, não será punido…

… e, se o for, receberá, no máximo, uma advertência, alguma coisa que sirva para que os parlamentares de todos os Partidos – de A a Z do expectro político e ideológico – dêem uma satisfação às suas bases.

Não é a primeira, nem será a última vez, que polêmicas da espécie servirão apenas para demonstrar como – quando se trata do tema, – entra-se num clima carnavalesco, folclórico, que só se presta a demonstrar duas coisas igualmente graves:

1 – como a parte beneficiária se recusa a encarar de frente a herança maldita de quase 400 anos de escravidão; 2 – como nós negros, divididos, em partidos, aceitamos papéis alegóricos, atraídos pelos puxadinhos no Poder Público, ou por cargos simbólicos; nos tornamos incapazes de uma reação à altura da ofensa, ainda que por legítima defesa, que seja altiva o bastante para honrar nossa história.

Foi assim no caso Ziraldo, em que o humorista inventor da concepção ipanemense do bom-racismo (o racismo sem ódio, em contraposição ao que racismo com ódio), debochou da história, das leis e da própria Constituição e ninguém – rigorosamente ninguém – tomou atitude, a não ser, meia dúzia de ativistas que ensaiou um tímido protesto, caindo na cilada de usar as mesmas armas do agressor – o deboche -, e, portanto, emprestando o tom de “de não me leve a mal, tudo é carnaval”.

Resultado: tudo entrou na conta da velha cordialidade brasileira e serviu para fazer com que o decrépito humorista e o seu humor sem graça voltassem à mídia, ultimamente freqüentada por ele, graças a motivações nada nobres e muito menos engraçadas: a condenação por improbidade administrativa e a posssibilidade de perda dos direitos políticos por até oito anos.

Foi assim, no início deste ano, quando o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, participou do lançamento do Mapa da Violência 2011, em que os dados oficiais divulgados seriam suficientes para que o Governo, ao menos anunciasse alguma medida de impacto: de cada três jovens mortos por homicídios no Brasil dois são negros, o que dá uma idéia – inclusive pela falta de ações e reações – de como não apenas a pobreza e a miséria nesse país, em pleno século XXI tem cor, mas também o tem as vítimas preferenciais da barbárie.

O caso do deputado que, dia sim, outro também, faz a apologia do regime militar que, torturou, matou e sumiu com gente (ainda temos mais de 200 homens e mulheres desaparecidos, cujos corpos continuam sendo procurados por suas famílias), entrará assim, na história, como mais uma polêmica fadada a desaparecer da mídia e dos programas de televisão que a levaram à pauta, assim que a platéia se canse, conforme apontem os índices de audiência.

Terá se naturalizado então, mais uma violência; terá se banalizado um pouco mais a idéia de que “é assim mesmo, nada há a ser feito”; teremos, nós negros, um pouco mais de vergonha – aqueles que não a perderam – de dizer para os nossos filhos e netos que nada fizemos.

O interessante é que temos dezenas, talvez centenas de excelentes acadêmicos, produzindo teoria nas universidades públicas. A matéria prima de seus estudos somos nós, a história da escravidão, as iniqüidades que o racismo vem engendrando há séculos.

Cada um preocupado com a sua própria carreira, parece achar bastante que agora o tema, não seja mais monopólio de intelectuais brancos como foi em passado recente. Só isso explica que não se manifestem – a não ser das suas cátedras, quando o fazem -, que tenham se tornando “apolíticos” – a forma mais educada e branda de dizer que, em verdade, passaram a representar o status-quo vigente, se tornaram parte do stablishment; seus títulos servem apenas para engordar os próprios currículos.

Certamente os casos Ziraldo, Bolsonaro, do deputado-pastor Feliciano e outros, ilustrarão palestras, teses, teorias, estudos, “papers”, o diabo, mas a pergunta é: e daí?

O interessante é que temos também parlamentares negros, poucos, menos de 10% na Câmara dos Deputados, e um, entre os 81 senadores. Alguma atitude articulada dessas bancadas – algo que saísse do jogo de cena corporativo, em que cada um da tribuna, apenas busca se mostrar o mais preocupado, o mais ativo, para dar satisfações à sua base? Nada. Alguma ação no sentido de cobrar dos seus respectivos partidos, uma reação unitária à agressão a metade da população brasileira? Tampouco.

Também temos, inclusive, uma ministra da Igualdade Racial, a socióloga Luiza Bairros. O que disse a ministra, a respeito das palavras de Bolsonaro? Em resumo que “são caso explícito de racismo”, “que não se pode confundir liberdade de expressão com a possibilidade de cometer um crime”, que “racismo é crime previsto na Constituição”, que “qualquer caso de discriminação deve ser repudiado” e que espera “firmeza” da Câmara dos Deputados.

Pronunciamento tão cauteloso, tão discreto, tantas obviedades e platitudes numa mesma fala não poderia haver.

A mesma discrição, aliás, que marcou a presença (na verdade, a ausência) da ministra durante a visita recente do Presidente dos EUA, Barack Obama, em que conseguiu não ser vista nem nas imagens de TV, nem em fotografias, em Brasília ou no Rio, passando a impressão de que seu sumiço teria sido algo proposital, ou atendido a recomendação de instâncias superiores outras.

Alguém pode avaliar o impacto positivo que teria uma foto que fosse da ministra da Igualdade Racial do Brasil – o país com maior população negra fora da África – ao lado do Presidente Obama, o primeiro negro a chegar à Casa Branca, com toda a carga simbólica que isso representa em um país que, ao contrário do Brasil, tem uma população negra não superior a 13% e até há pouco estava dividido por políticas de segregação semelhantes ao apartheid sul-africano?

De duas uma: ou a ministra não fez – ou não tem – uma avaliação política do que isso representaria e nesse caso temos apenas uma técnica, sem capacidade – ou talvez autonomia – de avaliar politicamente as suas ações, do ponto de vista do segmento de população que representa no Governo; ou teria recebido determinação para que sumisse da foto e dos holofotes – o que é mais grave porque expõe a sua conivência, em nome do seu espaço no governo, com algo inaceitável.

Os acontecimentos todos, os pretéritos e os recentes, porém, expõe um padrão de comportamento que precisa ser enfrentado por todos quantos queiram continuar lutando por um Brasil com inclusão da metade da população brasileira, que continua de fora, sem que os herdeiros da Casa Grande se disponham a repartir e a dividir conosco os frutos de termos nos tornado a sétima economia do mundo.

Temos uma Causa – a da Igualdade -, secular, histórica, mas não temos lideranças políticas capazes de reunir em torno dessa causa, os maiores interessados no seu triunfo – os 95 milhões de afro-brasileiros, bem como os setores da sociedade a quem declarações feitas por Bolsonaro repugnam; não temos lideranças à altura do tamanho da Causa que defendemos.

Temos uma Causa, mas não temos rumo porque para dar rumo servem os líderes.

Divididos e fragmentados – separados por palavras de ordem vazias, mesmo os mais sérios, os mais dignos, os que não se deixaram atrair ao pântano do oportunismo e dos negócios –, perderam a iniciativa e já não reagem de forma conseqüente: sua ação propagandística-doutrinária, não sensibiliza ninguém, até porque se presta apenas ao papel de desabafo para quem a faz.

Quem falará pelos negros brasileiros – homens e mulheres – na sua imensa diversidade cultural, religiosa, histórica, porém, unidos pela mesma situação de exclusão apontada por todos os indicadores sócio-econômicos?

Estamos perdendo o trem da história. E as futuras gerações nos cobrarão por isso.
Fonte: http://www.afropress.com/editorial.asp

segunda-feira, 11 de abril de 2011

O Povo ainda sonha !


OAB questionará validade do Ficha Limpa em 2012 no Supremo
Fonte: Congresso em Foco

O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) vai entrar no Supremo Tribunal Federal (STF) com uma ação declaratória de constitucionalidade (ADC) para saber a validade da Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135/10) para as eleições de 2012. No mês passado, por seis votos a cinco, os integrantes da mais alta corte do país decidiram que as novas regras de inelegibilidade não poderiam ser aplicadas no pleito do ano passado. No entanto, existem outras dúvidas sobre a lei que não foram respondidas pelos ministros.

A decisão de entrar com uma ADC foi tomada em sessão do Conselho Federal da OAB na manhã desta segunda-feira (11). De acordo com nota divulgada pela instituição, o presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, afirmou que é essencial que o Supremo se manifeste rapidamente e em definitivo sobre a constitucionalidade dessa lei para que não haja mais insegurança jurídica ou dúvidas futuras sobre quem poderá ou não ser candidato. Por enquanto, ainda não existe data para a apresentação da ação.

Além disso, a argumentação ainda será definida por uma comissão designada pelo presidente da Ordem, composta pelos conselheiros federais Paulo Breda, Orestes Muniz, Claudio Pereira e pelo secretário-geral da OAB, Marcus Vinícius Furtado Coelho. Segundo a instituição, a proposta para que a OAB ajuize a ação foi feita pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e oelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE). Os pedidos foram formulados após audiência entre Ophir e o secretário-geral da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Dimas Lara Barbosa, e a diretora do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) Jovita José da Rosa.

Na visão da corrente majoritária da mais alta corte do país, as novas regras de inelegibilidade devem respeitar o princípio da anualidade previsto no artigo 16 da Constituição Federal. A Carta Magna prevê que leis que alterem o processo eleitoral só passam a valer a partir de um ano após a sua publicação. Porém, uma das questões deixadas sem resposta é a possibilidade de barrar candidatos com condenações por órgãos colegiados. Como a Constituição Federal prevê que "ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória", os ministros terão que decidir se a inelegibilidade é somente regra eleitoral - como defendem os que apoiam a ficha limpa - ou se seria pena.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Uma campanha pela cidadania!

GASOLINA

(GNV, DIESEL e ÁLCOOL)


Como poderemos baixar os preços???

NÃO DEIXE DE LER ..
Você lembra do Criança Esperança?
A UNICEF e a Rede Globo
abriram as pernas...
Foi a força da Internet contra uma FÁBRICA DE DINHEIRO que DESCOBRIU-SE nunca chegar a quem de direito.
Então continue a ler
.Não deixe de participar, mesmo que vc HOJE não precise abastecer seu carro com gasolina!! Mesmo que você não tenha carro, saiba que em quase tudo que você consome, compra ou utiliza no seu dia-a-dia, tem o preço dos transportes, fretes e distribuição embutidos no custo e conseqüentemente repassados a você.


Você sabia que no
Paraguai (que não tem nenhum poço de petróleo) a gasolina custa R$ 1,45 o litro e sem adição de álcool . Na Argentina, Chile eUruguai que juntos (somados os 3) produzem menos de 1/5 da produção brasileira, o preço da gasolina gira em torno de R$ 1,70 o litro e sem adição de álcool

QUAL É A MÁGICA ??

Você sabia, que já desde o ano de 2007 e conforme anunciado
aos "quatro ventos" O Brasil já é AUTO-SUFICIENTE em petróleo e possui a TERCEIRA maior reserva de petróleo do MUNDO.

Realmente, só tem uma explicação para pagarmos
R$ 2,67 (cartel do DF) o litro: a GANÂNCIA do Governo com seus impostos e a busca desenfreada dos lucros exorbitantes da nossa querida e estimada estatal brasileira que refina o petróleo por ela mesma explorado nas "terras tupiniquins"

CHEGA !!!


Se trabalharmos juntos poderemos fazer alguma coisa.
Ou vamos esperar a gasolina chegar aos
R$ 3,00 ou R$ 4,00 o litro? Mas, se você quiser que os preços da gasolina baixem, será preciso promover alguma ação lícita, inteligente, ousada e emergencial.
Unindo todos em favor de um BEM COMUM !!!


Existia uma campanha que foi iniciada em São Paulo e Belo Horizonte
que nunca fez sentido e não tinha como dar certo. A campanha: "NÃO COMPRE GASOLINA" em um certo dia da semana previamente combinado não funcionou.

Nos USA e Canadá a mesma campanha havia sido implementada e sugerida pelo próprios governos de alguns estados aos seus consumidores, mas as Companhias de Petróleo se mataram de rir porque sabiam que os
consumidores não continuariam "prejudicando a si mesmos" ao se recusarem a comprar gasolina.. Além do que, se você não compra gasolina hoje... vai comprar MAIS amanhã. Era mais uma inconveniência ao próprio consumidor, que um problema para os vendedores.


MAS houve um economista brasileiro, muito criativo e com muita experiência em
"relações de comércio e leis de mercado", que pensou nesta idéia relatada abaixo e propôs um plano que realmente funciona.

Nós precisamos de uma ação enérgica e agressiva para ensinar às produtoras de petróleo e derivados que são os
COMPRADORES que, por serem milhões e maioria, controlam e ditam as regras do mercado, e não os VENDEDORES que são "meia-dúzia".

Com o preço da gasolina subindo mais a cada dia,
nós, os consumidores, precisamos entrar rapidamente em ação!!
O único modo de chegarmos a ver o preço da gasolina diminuir
é atingindo quem produz,na parte mais sensível do corpo humano: o BOLSO. Será não comprando a gasolina deles!!!

MAS COMO ??!!


Considerando que todos nós dependemos de nossos carros,
e não podemos deixar de comprar gasolina, GNV, diesel ou álcool. Mas nós podemos promover um impacto tão forte a ponto dos preços dos combustíveis CAIREM, se todos juntos agirmos para

FORÇAR UMA GUERRA DE PREÇOS ENTRE ELES MESMOS.


É assim que o mercado age!!!


Isso é Lei de Mercado e Concorrência


Aqui está a idéia:


Para os próximo meses ( junho/ julho / agosto de 2011...) não compre gasolina da principal fornecedora brasileira de derivados de petróleo, que é a PETROBRÁS (Postos BR).

Se ela tiver totalmente paralisada a venda de sua gasolina,
estará inclinada e obrigada, por via de única opção que terá, a reduzir os preços de seus próprios produtos, para recuperar o seu mercado.

Se ela fizer isso, as outras companhias
(Shell, Esso, Ipiranga, Texaco, etc...) terão que seguir o mesmo rumo, para não sucumbirem economicamente e perderem suas fatias de mercado.
Isso é absolutamente certo e já vimos várias vezes isso acontecer!
CHAMA-SE LEI DA OFERTA E DA PROCURA


Mas, para haver um grande impacto,
nós precisamos alcançar milhões de consumidores da Petrobrás.
É realmente simples de se fazer!!
Continue abastecendo e consumindo normalmente!!
Basta escolher qualquer outro posto ao invés de um BR (Petrobrás). Porque a BR?
Por tratar-se da maior companhia distribuidora
hoje no Brasil e consequentemente com maior poder sobre o mercado e os preços praticados.
Mas não vá recuar agora... Leia mais e veja como é simples alcançar milhões de pessoas!!



Essa mensagem foi enviada a aproximadamente trinta pessoas.
Se cada um de nós enviarmos a mesma mensagem para, pelo menos, dez pessoas a mais

(30 x 10 = 300)


e se cada um desses 300 enviar para pelo menos mais dez pessoas,
(300 x 10 = 3.000),

e assim por diante, até que a mensagem alcance os necessários
MILHÕES de consumidores!

É UMA "PROGRESSÃO GEOMÉTRICA"
QUE EVOLUI RAPIDAMENTE E QUE VOCE CERTAMENTE JÁ CONHECE !!

Quanto tempo levaria a campanha?


Se cada um de nós
repassarmos este e-mail para mais 10 pessoas A estimativa matemática (se voce repassá-la ainda hoje) é que dentro de 08 a 15 dias, teremos atingido, todos os presumíveis30 MILHÕES* de consumidores da Petrobrás (BR),
(fonte da
ANP - Agencia Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis)

Isto seria um impacto violento e de consequências
invariavelmente conhecidas...
A BAIXA DOS PREÇOS


Agindo juntos, poderemos fazer a diferença.
Se isto fizer sentido para você,
por favor, repasse esta mensagem, mesmo ficando inerte.


PARTICIPE DESTA CAMPANHA DE CIDADANIA ATÉ QUE ELES BAIXEM SEUS PREÇOS E OS MANTENHAM EM PATAMARES RAZOÁVEIS ! ISTO REALMENTE FUNCIONA.
VOCÊ SABE QUE ELES AMAM OS LUCROS SEM SE PREOCUPAREM COM MAIS NADA!

O
BRASIL CONTA COM VOCÊ!!!
Hotmail - vitormartins_g@hotmail.com - Windows Live

terça-feira, 5 de abril de 2011

Invenção torna água potável com luz solar - Comunidade Banco do Planeta

Invenção torna água potável com luz solar - Comunidade Banco do Planeta: "Invenção torna água potável com luz solar
Postado por Moderador da Comunidade em 4 abril 2011 às 12:58


Um estudante de design da Universidade de Monash, da Austrália, inventou uma bola capaz de limpar até 3 litros de água por dia, apenas com a ajuda do sol. O objeto recebe o líquido em uma metade preta e trabalha com a ação da luz solar. O calor gerado em seu interior faz a água evaporar e ser esterilizada na parte transparente superior, de onde condensa e pode ser coletada para consumo humano.
Apelidada de ‘Solar Ball’, a criação de Jonathan Liow pode beneficiar 900 milhões de pessoas que têm dificuldade de acesso à água potável, ao redor do mundo. Um problema que se agravou com a urbanização e o crescimento rápido da população global.
“Depois de visitar o Cambojda em 2008 e ver a falta de itens básicos que existe para muitas pessoas de lá, eu me inspirei a utilizar minha habilidade criativa para ajudar”, declarou Liow, que idealizou a bola como trabalho de conclusão do curso de design industrial.
A durabilidade, leveza e baixo custo tornam a peça uma solução de grande alcance.
Mais em http://www.monash.edu.au/"