quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Tribuna nas Ruas Povo mal educado é povo dominado

Emais uma vez o Exame Nacional do Ensino Médio, o
popular Enem, é marcado por uma sequência de falhas
que culminou na suspensão das provas por determinação
da Justiça Federal em que pese os esforços do atual
ministro da Educação, FernandoHaddad, para evitar que isso
venha a se concretizar.Afinal, o Enem é considerado
como importante porta de ingresso do povão nas universidades
do País. Porém o que salta aos olhos é que isso incomoda de maneira
crucial os interesses de muita gente.Desde os tempos imemoriais é
sabido que um povo sem educação é bem mais fácil de ser tangido
ao sabor das classes dominantes e talvez por esta razão o ensino
público no Brasil sempre capengou por caminhos tortuosos e inoperantes.
Não faz muito tempo, o grande problema das escolas públicas
aqui no nosso glorioso Espírito Santo, além do ensino deficiente,
e ram os constantes e repetitivos assaltos às suas despensas, onde pilantras
destruíam e inutilizavam o que não podiam levar.Muitas vezes,
vândalos invadiam os estabelecimentos de ensino apenas para roubar, e nessa
quebravam carteiras, pichavam paredes e até defecavam sobre as mesas dos mestres.
 Essas investidas foram contidas graças a providências tomadas pelo governo,
que passou a aproveitar militares reformados para plantões noturnos nas escolas, inclusive
contratando segurança privada para muitas delas. Em função disso, esse tipo de violência
praticamente acabou. Outro problema, em nível de País, é o tráfico de drogas. Primeiro
foram as buchinhas de maconha, que eram consumidas em banheiros e nas
imediações dos colégios.Com o advento do famigerado crack, uma mistura mortal de cocaína
com bicarbonato, a coisa degringolou e se transformou nesse contundente problema de
nossos dias onde pontificam bailes funk, com guerras entre grupos rivais disseminando a violência
entre grande parte de nossa juventude sofrida e sem rumo. Essa mistura de costumes culminou
no que se vê nos educandários públicos Brasil afora: total falta de respeito aos professores,
rebeldia truculenta entre alunos e drogas para todos os lados. Um triste quadro, nunca antes
visto neste País. O que pode ser feito para resgatar a paz nas nossas escolas?
Primeiro, é necessário resgatar a estruturarão da família, dando condições aos pais de criar seus filhos
de maneira humana e digna.Mas como conseguir êxito nessa empreitada se o trabalhador é obrigado
a sair de casa às cinco da matina e só retorna às 10 da noite? Geralmente, as mães também são
obrigadas a trabalhar fora e os filhos ficam sozinhos, sem carinho, sem disciplina e limite nos
atos que aprendem e praticam nas ruas. Por conta disso, toda essa carga de incoerências eclode
nas salas de aulas e aí é o salve-se quem puder. Some-se a isso o atual sistema de ensino
público nacional, no qual o aluno sai do segundo grau sem conseguir formar uma oração
correta. Indiscutivelmente, é nessas escolas que germinam as sementes da violência,
mais tarde frutificadas no ódio que campeia pelas ruas das nossas cidades, onde, como dizia
aquela colunista covardemente assassinada aqui em Vitória, todo cuidado é pouco e qualquer descuido
pode ser fatal. Pois o Enem poderia ser a salvação para esta rapaziada que não tem condições de alisar os
bancos das faculdades do ensino privado e não conseguem chegar às universidades públicas. Mas como? Desta maneira sabem quando isso vai acontecer? Nunca!!!


  1.     "É sabido, desde tempos imemoriais, que um povo sem educação é bem mais fácil ser tangido pelas classes dominantes"

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

04 de outubro - Dia da Natureza



Pegada Ecológica? O que é isso?
A forma como vivemos deixa marcas no meio ambiente. Nossa caminhada pela Terra deixa “rastros”, “pegadas”, que podem ser maiores ou menores, dependendo de como caminhamos. De certa forma, essas pegadas dizem muito sobre quem somos!
A partir das pegadas deixadas por animais na mata podemos conseguir muitas informações sobre eles: peso, tamanho, força, hábitos e inúmeros outros dados sobre seu modo de vida. 
Com os seres humanos, acontece algo semelhante. Ao andarmos na praia, por exemplo, podemos criar diferentes tipos de rastros, conforme a maneira como caminhamos, o peso que temos, ou a força com que pisamos na areia. . 
Se não prestamos atenção no caminho, ou aceleramos demais o passo, nossas pegadas se tornam bem mais pesadas e visíveis. Porém, quando andamos num ritmo tranqüilo e estamos mais atentos ao ato de caminhar, nossas pegadas são suaves. .

Assim é também a “Pegada Ecológica”. Quanto mais se acelera nossa exploração do meio ambiente, maior se torna a marca que deixamos na Terra. . 
O uso excessivo de recursos naturais, o consumismo exagerado, a degradação ambiental e a grande quantidade de resíduos gerados 
são rastros deixados por uma humanidade que ainda se vê fora e distante da Natureza. .

A Pegada Ecológica não é uma medida exata e sim uma estimativa. Ela nos mostra até que ponto a nossa forma de viver está de acordo com a capacidade do planeta de oferecer, renovar seus recursos naturais e absorver os resíduos que geramos por muitos e muitos anos. 


Devemos considerar que dividimos o espaço com outros seres vivos e que precisamos cuidar da nossa e das próximas gerações. Afinal de contas, nosso planeta é só um!

Você pode fazer o seu teste e conferir a sua pegada ecológica no link:http://www.pegadaecologica.org.br/index.php
Proteger o meio ambiente é também qualidade de vida”
Fonte: http://www.wwf.org.br/wwf_brasil/pegada_ecologica

terça-feira, 7 de setembro de 2010

pesquisa


Esta e uma replica de um artefato de um valor inestimável, tanto histórico quanto simbólico. Alguém já ouviu falar?   

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

A onde isso vai chegar ?

VIOLÊNCIA NOS COLÉGIOS
Professor agredido na escola
Ao proibir o uso de celular, ele foi empurrado por um aluno de 14 anos e machucou a mão. Caso foi parar na polícia
 leia e opine.
http://www.redetribuna.com.br/index.php?page=jornal3

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Sindiupes realizará seminário para discutir os desafios e perspectivas da Educação e Diversidade Sexual


 Com organização e coordenação do Coletivo Estadual de Diversidade Sexual 
- Sindiupes,acontece no dia 29 de julho de 2010, no Sest/Senat de Cariacica(ES)
o Seminário “Educação e Diversidade Sexual: Desafios e Perspectivas”
Trata-se de um espaço onde os participantes poderão refletir sobre como superar 
o desafio que representa o preconceito e avançar na direção de uma educação que
 de fato inclua a diversidade sexual.
A entrada é franca e as vagas são limitadas. Os participantes poderão optar entre duas
cargas horárias, uma de oito horas e outra de 30 horas. Os interessados devem enviar
uma mensagem para o endereçosindiupes.diversidadesexual@bol.com.br e solicitar a
 ficha de inscrição.
Entre as justificativas para a realização do evento está a de que as unidades escolares
 públicas -enquanto espaços formadores e fomentadores de conhecimentos, opiniões,
 ideias e com a responsabilidade de formação de profissionais que posteriormente
 terão grande influência na construção e formação de nossa sociedade -
 têm papel fundamental e significativo no questionamento da cultura heteronormativa e
 teorias heterossexistas; e na construção de novas ações e práticas sociais que incluam
o que de fato sempre existiu: a diversidade sexual; eixo necessário à discussão e
 vivência da sustentabilidade.
O Seminário abordará ainda a necessidade de os educadores estarem bem preparados
para a discussão cuidadosa, ética e responsável sobre direitos humanos e cidadania LGBT.
Além da importância de as escolas precisarem ser espaços de inclusão, de respeito e acolhimento a
diversidade de etnia, de religião, de orientação sexual, de identidade de gênero, e de ideologias.


Coletivo


O Coletivo Estadual de Diversidade Sexual integra o Sindiupes - Sindicato dos(as) Trabalhadores(as)
em Educação Pública do Espírito Santo. Aberto à participação de educadores(as) que estejam
dispostos(as) a discutir as questões referentes aos gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais
no ambiente da escola pública capixaba e também se organizarem no intuito de promover
ações de respeito à diversidade sexual e de combate ao preconceito.


É formado pela Diretoria e Coordenadores(as) Municipais do SINDIUPES; professores(as)
das redes municipais afiliadas; professores(as) da rede estadual; gestores(as), pedagogos(as)
e coordenadores(as) das redes afiliadas; representantes da SEDU; representantes das SREs;
representantes das Secretarias Municipais de Educação; funcionários(as) de escolas públicas;
representantes de ONGs LGBT; representantes dos Movimentos Estudantis, Conselhos, Fóruns,
 Associações e convidados.


Com a organização do Seminário e outras ações, o Coletivo Estadual de Diversidade Sexual -
Sindiupes busca cumprir com um de seus objetivos que é o de combater a homofobia,
lesbofobia e transfobia no espaço escolar.


Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (27) 3421-2402
 ou pelos celulares (27) 8807-5038, 9923-5546 e 9818-5665. 
O endereço de e-mail do Coletivo é sindiupes.diversidadesexual@bol.com.br


Programação


Data: 29 de julho de 2010
Horário: 8h às 17h
Local: Sest/Senat, Trevo de Alto Lage, Itacibá - Cariacica/ES


8h – Abertura Oficial
Boas vindas
Composição da 1ª Mesa
Hino Nacional
Mensagem de abertura
Apresentação Cultural
Palestras e debates


10h – 2º Momento
Composição da 2ª Mesa
Palestras e debates


11h30 – Intervalo para almoço


12h30 – 3º Momento
Apresentação Cultural
Composição da 3ª Mesa
Palestras e debates


14h20 – Homenagens


14h30 – Mesa Redonda
Composição da 4ª Mesa
Debates
Composição da 5ª Mesa
Debates


16h20 – Formação do Coletivo
Discussão
Apresentação do Coletivo


17h15 – Encerramento


Palestrantes

Carlos Magno
– ABGLT – Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais


Dr. Alexsandro Rodrigues – UFES – Depto. de Teorias e Práticas Educacionais/ DTEPE

Drª Ivone Vila Nova
– OAB/ ES

Profa. Fátima Aparecida da Silva
– CNTE – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação


Prof. Luiz Cláudio Kleaim – Grupo PLUR@L de Diversidade Sexual

Drª Jane Felipe de Souza
– UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul / GEERGE –
 Grupo de Estudos de Educação e Relações de Gênero

Rosilea Wille
– Coordenação Geral de Direitos Humanos da Secretaria de Educação Continuada,
 Alfabetização e Diversidade – Secad/ MEC